Fisioterapia · Vila Mariana · São Paulo

A dor sai da lombar ou do glúteo e desce pela perna?

Levantar, caminhar ou passar um tempo sentado virou uma negociação com a dor? A avaliação começa entendendo como ela se comporta e o que você precisa voltar a fazer.

Quero entender essa dor na perna

Avaliação individual • Plano explicado • Evolução acompanhada

Homem com desconforto na coluna ao levantar do sofá
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Isso parece com o que acontece com você?

  • Você levanta do sofá e precisa de alguns segundos para conseguir andar.
  • A dor chega à coxa, panturrilha ou pé; às vezes vem com formigamento.
  • Sentar para trabalhar ou dirigir fica difícil depois de algum tempo.
  • Alguns movimentos aliviam; outros fazem o sintoma chegar mais longe na perna.

Você não precisa se encaixar em todas essas situações. Elas ajudam a começar a conversa e não são um diagnóstico.

O que queremos entender

Queremos saber onde a dor começou, por onde se espalha e o que acontece quando você muda de posição ou atividade. Também perguntamos sobre dormência, mudança de força, crises anteriores e o impacto no sono e na caminhada. Dor lombar e dor na perna podem aparecer juntas ou em momentos diferentes.

O que vamos avaliar

Observamos movimentos da coluna e das regiões próximas, tarefas como sentar e levantar, marcha e tolerância ao esforço. Quando indicado, examinamos força, sensibilidade, reflexos e a resposta a testes relacionados aos nervos. A resposta a um movimento ajuda a orientar o raciocínio, mas um teste isolado não define o diagnóstico.

O que pode estar relacionado

A dor pode estar relacionada à coluna, a uma raiz nervosa ou a outras estruturas. Hérnia de disco, alterações articulares e problemas fora da coluna são possibilidades que precisam ser diferenciadas. Nem toda dor na perna vem do nervo ciático, e uma alteração na ressonância não explica automaticamente o que você sente.

O que queremos recuperar

Caminhar, dirigir, levantar, trabalhar e voltar aos exercícios com mais confiança. Combinamos metas concretas — como conseguir fazer um trajeto ou permanecer em uma atividade — e acompanhamos a resposta para ajustar o plano.

Como construímos o plano com você

O plano pode reunir orientações para as tarefas que provocam sintomas, exercícios graduais e recursos de terapia manual quando indicados. A escolha considera os achados da avaliação e sua resposta. Reavaliamos tanto os sintomas quanto a capacidade de realizar as atividades; sentir menos dor é uma parte desse acompanhamento.

Quero entender essa dor na perna

O olhar da Mokusô

Não tratamos apenas o lugar onde dói.

Duas pessoas podem sentir dor no mesmo local e ainda assim perceber sintomas e limitações diferentes. Por isso, olhamos para sua história, movimentos, força, função, atividades, objetivos e resposta aos testes.

O tratamento não começa escolhendo uma técnica. Começa entendendo o que está acontecendo com você.

Se quiser se aprofundar

Entenda os termos e as decisões do cuidado.

Ciática, ciatalgia e dor radicular: o que muda?

Ciática e ciatalgia são nomes usados para quadros de dor que seguem um trajeto pela perna e podem envolver raízes nervosas lombossacras. Dor radicular se relaciona à atividade anormal em uma raiz nervosa. O nome usado para a dor não substitui a investigação de sua origem.

Dor irradiada é a mesma coisa que radiculopatia lombar?

Não. Radiculopatia envolve alteração da função de uma raiz nervosa, podendo produzir perda de força, sensibilidade ou reflexos. A dor radicular pode existir sem esses déficits. Uma dor que se espalha também pode ser referida por outras estruturas; por isso, avaliamos além do trajeto contado por você.

Hérnia, abaulamento, protrusão e extrusão no exame

São descrições de alterações do disco entre as vértebras. Abaulamento indica uma saliência mais ampla; protrusão e extrusão são formas de hérnia discal. Esses achados precisam ser relacionados à história e ao exame físico, pois podem aparecer em pessoas sem sintomas. O laudo, sozinho, não determina a necessidade de cirurgia.

Eduardo Reinig, fisioterapeuta da Clínica Mokusô

Quem acompanha você

Eduardo Reinig

Fisioterapeuta · CREFITO-3 248244-F

Com especialização em Coluna pela Santa Casa de São Paulo, pós-graduação em Dor Crônica pela USP e formação completa em MDT/McKenzie, Eduardo reúne essas formações para orientar a avaliação de dor e limitações de movimento.

No atendimento, os achados são explicados e as decisões sobre o plano são compartilhadas com você. A formação apoia o raciocínio; sua história e a resposta à avaliação orientam as escolhas.

“Não se trata apenas de aliviar a dor. É reabilitar a pessoa que sente dor.”

Conhecer a formação e a trajetória de Eduardo →

Para decidir com mais clareza

Dúvidas antes de agendar

Preciso de ressonância antes da avaliação?

Não necessariamente. A história e o exame clínico ajudam a decidir se uma investigação por imagem pode mudar a conduta. Se já tem exames, traga-os. Sinais de alerta podem exigir avaliação médica e investigação específica.

Dor descendo pela perna significa sempre ciática?

Não. O trajeto da dor é uma pista, mas não determina sozinho a origem. A avaliação procura distinguir sintomas relacionados à coluna, aos nervos e a outras estruturas.

Hérnia de disco precisa sempre de cirurgia?

Não. A decisão depende dos sintomas, dos achados clínicos, da evolução e, quando necessário, da avaliação médica especializada. Alterações neurológicas progressivas ou sinais de alerta mudam a prioridade do cuidado.

Posso caminhar ou continuar trabalhando?

A orientação depende da tolerância, da resposta dos sintomas e dos achados da avaliação. Podemos ajustar duração, pausas e demandas, em vez de usar uma regra igual para todos.

Como saber se estou evoluindo?

Além da dor, acompanhamos tarefas escolhidas com você: levantar, caminhar, dirigir ou treinar. Mudanças de força e sensibilidade também precisam ser observadas quando fazem parte do quadro.

Informação educativa. A indicação do cuidado depende de avaliação individual.

Fontes e referências

As referências apoiam as explicações gerais e não substituem a avaliação do seu caso.

O próximo passo

Conte o que você quer voltar a fazer.

A conversa começa pela sua história.

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