Clínica Mokusô · Vila Mariana · São Paulo

Clínica da Dor na Vila Mariana

A dor está mudando sua rotina?
Vamos entender o que limita você e construir um caminho para voltar ao que importa.

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Avaliação individual • Plano explicado • Evolução acompanhada

Atendimento de fisioterapia na Clínica Mokusô

Comece pelo que você sente

Encontre a situação mais parecida com a sua.

Cada tema agora possui uma página própria, com explicações mais organizadas sobre o que observar, como avaliamos e quais caminhos podem fazer sentido. Esses conteúdos orientam a leitura e não substituem uma avaliação individual.

Não sabe qual opção escolher? Conte para a equipe o que está limitando você.

O olhar da Mokusô

Não tratamos apenas o lugar onde dói.

Duas pessoas podem sentir dor no mesmo local e ainda assim perceber sintomas e limitações diferentes. Por isso, olhamos para sua história, movimentos, força, função, atividades, objetivos e resposta aos testes.

O tratamento não começa escolhendo uma técnica. Começa entendendo o que está acontecendo com você.

Como o cuidado acontece

Um plano que acompanha a sua resposta.

Da primeira conversa às reavaliações, você entende o que está sendo observado e por que o plano pode mudar.

  1. 01

    Entender

    Ouvimos sua história, sintomas, tratamentos e o que você precisa voltar a fazer.

  2. 02

    Testar

    Avaliamos movimento, força, função e tarefas relevantes. Observamos o que muda os sintomas.

  3. 03

    Tratar

    Definimos orientações, exercícios e recursos indicados para as prioridades encontradas.

  4. 04

    Reavaliar

    Comparamos a resposta dos sintomas e das atividades para ajustar o plano.

  5. 05

    Progredir

    Aumentamos os desafios conforme sua evolução, em direção às metas combinadas.

As etapas podem se repetir. A progressão depende do seu quadro e dos objetivos definidos em conjunto.

Eduardo Reinig, fisioterapeuta da Clínica Mokusô

Quem acompanha você

Eduardo Reinig

Fisioterapeuta · CREFITO-3 248244-F

Com especialização em Coluna pela Santa Casa de São Paulo, pós-graduação em Dor Crônica pela USP e formação completa em MDT/McKenzie, Eduardo reúne essas formações para orientar a avaliação de dor e limitações de movimento.

No atendimento, os achados são explicados e as decisões sobre o plano são compartilhadas com você. A formação apoia o raciocínio; sua história e a resposta à avaliação orientam as escolhas.

“Não se trata apenas de aliviar a dor. É reabilitar a pessoa que sente dor.”

Conhecer a formação e a trajetória de Eduardo →

Seu exame tem um nome. Sua avaliação olha além dele.

Hérnia de disco, protrusão discal, lombalgia, cervicalgia, ciatalgia, tendinopatia e artrose são termos que podem aparecer no diagnóstico ou no exame. Aqui, a conversa começa também pelo que você sente, por como se movimenta e pelo que precisa voltar a fazer.

Se já tem exames e relatórios, traga-os. A indicação do cuidado depende da avaliação individual, e um nome no laudo não define sozinho o seu plano.

Para decidir com mais clareza

Dúvidas antes de agendar

Preciso saber o diagnóstico antes de procurar a clínica?

Não. Você pode procurar uma avaliação por uma dor ou limitação. Se já houver diagnóstico, exames ou tratamentos anteriores, traga essas informações. Elas ajudam a organizar o atendimento.

Dor há anos ainda pode melhorar?

É possível melhorar a função, a participação nas atividades e, em muitos casos, a dor, mesmo quando ela existe há bastante tempo. A evolução varia. O plano começa por metas realistas e é ajustado conforme sua resposta, sem prometer cura ou prazo fixo.

Preciso de ressonância antes de começar fisioterapia?

Nem sempre. Em muitos quadros musculoesqueléticos, a conversa e o exame físico orientam os primeiros passos. Exames de imagem são considerados quando podem esclarecer uma suspeita ou mudar a conduta. Se já tiver exames, traga-os; não é necessário fazer uma ressonância por conta própria para agendar.

Hérnia de disco precisa sempre de cirurgia?

Não. Muitos quadros podem ser acompanhados sem cirurgia. A decisão depende dos sintomas, da função, dos sinais neurológicos e da evolução. Algumas situações exigem avaliação médica prioritária ou urgente; o laudo isolado não decide o tratamento.

Abaulamento ou protrusão significa que essa é a causa da minha dor?

Não necessariamente. Esses achados podem existir sem sintomas. Precisamos relacionar a imagem ao local da dor, à sua história e aos achados da avaliação para entender sua relevância no seu caso.

Dor descendo pela perna significa necessariamente ciática?

Não. A dor na perna pode ter diferentes origens, inclusive dor referida de outras estruturas. Ciatalgia, dor radicular e radiculopatia não são termos intercambiáveis. A avaliação ajuda a distinguir as possibilidades.

Se minha dor irradia, fisioterapia pode ajudar?

Pode fazer parte do cuidado em vários quadros, conforme a causa e os achados da avaliação. Primeiro verificamos o comportamento dos sintomas, a função e possíveis sinais neurológicos. Se houver necessidade de investigação médica, orientamos o encaminhamento.

Posso continuar treinando com dor?

Depende da situação. O início da dor, a intensidade, o impacto no movimento e a resposta depois do esforço ajudam a decidir entre adaptar, reduzir ou interromper temporariamente uma atividade. Não usamos uma regra única nem recomendamos ignorar a dor.

Já fiz fisioterapia antes e não resolveu. Vale uma nova avaliação?

Pode valer, especialmente se o quadro mudou ou ainda existem atividades limitadas. Revisamos o que foi feito, o que ajudou, por quanto tempo e como aconteceu o retorno à rotina. Uma nova avaliação serve para orientar decisões, sem desqualificar o cuidado anterior.

O que acontece se eu precisar procurar um médico?

Explicamos quais achados motivam o encaminhamento e orientamos a prioridade. Quando há sinais de urgência, a recomendação é procurar atendimento imediato. A fisioterapia não substitui a investigação médica quando ela é necessária.

Vocês tratam somente coluna?

Não. A avaliação de fisioterapia também contempla queixas musculares e articulares, como ombro, joelho, quadril e tornozelo, além das dificuldades para trabalhar, treinar e realizar atividades. A indicação depende da avaliação e do escopo adequado para o caso.

O tratamento é igual para quem tem a mesma queixa?

Não. Duas pessoas com dor no mesmo local podem ter comportamentos e necessidades diferentes. História, testes, atividades limitadas e objetivos orientam as escolhas.

Quantas sessões vou precisar?

A estimativa é discutida após a avaliação e revista conforme a evolução. Não há um número único nem garantia de resultado em uma quantidade fixa de sessões.

O tratamento inclui exercícios ou só terapia manual?

O plano pode combinar orientações, exercícios e recursos manuais quando indicados. A escolha depende da avaliação e da resposta ao acompanhamento. O tratamento não começa por uma técnica pronta.

Como agendar e saber os valores?

Fale com a equipe pelo WhatsApp para consultar horários, valores e orientações para a primeira consulta. O atendimento é realizado na Clínica Mokusô, na Vila Mariana, em São Paulo.

Informação para entender o cuidado: guia NICE para pacientes com dor lombar e ciática (em inglês). O conteúdo desta página não substitui uma avaliação individual.

Fontes para entender os termos desta página

IASP: mecanismos e terminologia da dor; NHS: hérnia de disco; AAPM&R: radiculopatia cervical; NHS: tendinite; NHS: sono e dor persistente. Materiais em inglês, consultados para apoiar as explicações educativas.

O próximo passo

Conte o que a dor está impedindo você de fazer.

Vamos começar pela sua história.

Consultar horários no WhatsApp

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