Fisioterapia · Vila Mariana · São Paulo
Você convive com dor há tanto tempo que já não sabe o que pode fazer?
A dor persistente pode mudar a forma como você se movimenta, dorme e planeja a rotina. A avaliação começa pela experiência inteira — não apenas por um exame ou pelo tempo de sintomas.
Quero entender melhor minha dorAvaliação individual • Plano explicado • Evolução acompanhada

Isso parece com o que acontece com você?
- Já fez exames e tratamentos, mas ainda tem dias bons e ruins.
- Evita atividades por medo de piorar e sente falta do que fazia antes.
- Adaptou a rotina à dor e se frustra quando precisa cancelar planos.
- O sono e a disposição mudaram, e voltar a se movimentar parece difícil.
Você não precisa se encaixar em todas essas situações. Elas ajudam a organizar a conversa e não substituem uma avaliação.
A dor se concentra em uma região
Queremos entender como aquela dor persistente mudou sua rotina, seus movimentos e a confiança para fazer o que importa.
A dor aparece em várias regiões
Se essa é a sua experiência, há um perfil específico abaixo e uma página com mais informações. Você pode se reconhecer nos dois; essas opções orientam a leitura.
O que queremos entender
Queremos ouvir sua experiência inteira: o que você tentou, o que ajudou, seus receios e o que deseja recuperar. A dor é real. Um exame não explicar tudo o que você sente não diminui a importância da sua queixa.
O que vamos avaliar
Avaliamos movimento, força, função e a resposta a tarefas possíveis no seu momento. Conversamos sobre sono, medo de piorar e confiança para se movimentar. Quando necessário, o cuidado é articulado com outros profissionais.
O que pode estar relacionado
Na dor persistente, diferentes fatores e mecanismos podem participar ao mesmo tempo. Duração, intensidade ou um único sintoma não permitem definir o mecanismo. Sono, atividades e contexto de vida ajudam a construir um cuidado individual.
O que queremos recuperar
Retomar atividades importantes em etapas compatíveis com você, ampliar autonomia e confiança e acompanhar a evolução sem exigir que você aguente a dor para provar melhora.
Como construímos o plano com você
O plano pode combinar orientações, exercícios graduais e recursos manuais quando indicados. A escolha depende dos achados da avaliação, das tarefas que estão limitadas e da sua resposta ao acompanhamento. Reavaliamos para decidir quando manter, adaptar ou progredir.
Quero entender melhor minha dorO olhar da Mokusô
Não tratamos apenas o lugar onde dói.
Duas pessoas podem ter uma queixa parecida e ainda assim apresentar limitações e necessidades diferentes. Por isso, relacionamos sua história, movimento, força, função, atividades, objetivos e resposta aos testes.
O tratamento não começa escolhendo uma técnica. Começa entendendo o que está acontecendo com você.
Se quiser se aprofundar
Entenda melhor esta situação.
Se quiser se aprofundar
Dor nociplástica, neuropática e outros termos: o que isso quer dizer?
Dor persistente ou crônica costuma ser definida como aquela que dura ou se repete por mais de três meses. Esse tempo, sozinho, não revela a causa. Uma pessoa com dor há anos pode apresentar contribuição dos tecidos, dos nervos ou de alterações no processamento da dor, às vezes ao mesmo tempo.
Dor neuropática decorre de lesão ou doença do sistema nervoso responsável pela sensibilidade. Choques, queimação e formigamento podem motivar essa investigação, mas não confirmam o mecanismo por conta própria.
Dor nociplástica envolve alterações na forma como o organismo processa sinais relacionados à dor, sem que uma lesão dos tecidos ou do sistema nervoso explique suficientemente o quadro. Pense em um sistema de proteção que se tornou mais sensível. A dor é real, mesmo quando um exame não explica toda a experiência. Nem toda dor crônica é nociplástica.
E quando existe fibromialgia?
A fibromialgia pode envolver dor generalizada, fadiga e sono pouco reparador. A reabilitação considera essas limitações para definir metas e atividades compatíveis com o momento da pessoa. O acompanhamento pode exigir cuidado multiprofissional. Na Mokusô, buscamos construir uma progressão possível, com escuta, orientação e reavaliação, sem exigir que você “aguente a dor” para provar melhora.
O próximo passo
Conte o que está impedindo você de fazer.
Vamos começar pela sua história e pelas atividades que você quer recuperar.
Clínica Mokusô · Vila Mariana, São Paulo
